Não ofereça alimentos como gratificação por bom comportamento, para confortar o bebé, ou para conseguir que o bebé faça algo em troca

A alimentação e os alimentos estão culturalmente ligados ao afeto. Alimentar a criança para que ela cresça forte e saudável é uma das maiores missões dos pais. No entanto, diante do grande aumento do número de casos de obesidade, é necessário ter o cuidado para que a criança não aprenda desde muito pequenina a comer por diversos motivos que não a fome e a necessidade de se alimentar.

Em primeiro lugar, os alimentos, recebidos como gratificação por bom comportamento ou como conforto em momentos de dor, tristeza ou irritação são normalmente guloseimas. Nestas situações, ganham um valor especial e tornam-se, muitas vezes, os preferidos e mais desejados da criança. Além disso, este tipo de atitude pode ainda contribuir para que a criança se habitue a comer para aliviar momentos de tristeza e frustração e para comemorar os seus sucessos.

Uma brincadeira, um beijo ou um abraço são apenas algumas das muitas alternativas que pode encontrar para estes fins.