Respeite as preferências e aversões do seu filho, mas não se transforme no seu cozinheiro particular

As preferências e aversões da criança devem ser respeitadas. Não é justo insistir em servir alimentos ou texturas que não agradam de todo e causam mesmo repulsa.

Neste caso, uma vez que o resto da família não deve ficar privado de um prato de que gosta, podem ser apresentadas alternativas, desde que os pais não passem o tempo a cozinhar menus diferentes para cada criança!

As crianças devem escolher entre as alternativas que lhes são apresentadas e esta oferta deve ter um limite. Por exemplo, se a sua criança não gosta, de todo, de puré de batata, é razoável ter arroz ou pão integral à mesa, como alternativa. 

Mas lembre-se! Se preparar algo especial para a sua criança sempre que ela não quiser comer o que foi servido, fará a mesma exigência frequentemente.

Além disso, não é correto perguntar à criança o que é que quer comer porque não tem ainda os conhecimentos necessários para o fazer. Se quer que ela, vez por outra, escolha o que comer, pode pedir que opte entre um prato ou outro, definidos por si.

Por fim, as crianças mais pequeninas preferem preparações simples e já familiares. É inútil perder tempo a pensar e a preparar coisas complicadas para as incentivar a comer.